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Redução de IP deve manter mercado automotivo aquecido

Com a prorrogação da redução do IPI para veículos, o mercado automotivo volta a ficar um pouco mais confiante com relação a 2013.

A redução do imposto que teve início em agosto do ano passado começou a subir gradativamente em janeiro e voltaria aos patamares normais até o mês de julho. Em 1° de abril seria anunciado um novo aumento na alíquota.Porém, o fraco desempenho das vendas verificado no primeiro trimestre de 2013 motivou a revisão da decisão.

Com isso, o governo federal decidiu manter o imposto reduzido até o dia 31 de dezembro, notícia que foi muito bem-recebida pela indústria automobilística, que representa quase 25% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Para a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) a medida deve permitir umcrescimento de 3% do setor neste ano. Segundo Flávio Meneghetti, presidente da entidade:

“A medida foi muito importante para a manutenção de um bom nível de vendas, que permitirá alcançar o crescimento que esperávamos este ano. Sem isso, iríamos ficar no mesmo patamar do ano passado, quando registramos um aumento de 6% na comercialização de veículos com a redução do IPI”.

Como ficarão as alíquotas

Acompanhe e fique por dentro!

  • Para os veículos flex e a gasolina de até mil cilindradas, a alíquota do IPI continuará em 2%. Se fosse realizado o que estava previsto para 1º de abril, o imposto seria elevado para 3,5%;
  • Já para os veículos flex de mil a 2 mil cilindradas, que teriam a alíquota do IPI elevada para 9% a partir da mesma data, serão mantidos os atuais 7%;
  • Os carros a gasolina, que teriam o imposto elevado para 10%, permanecerão com o IPI em 8%;
  • Para veículos acima de 2.000 cilindradas, a alíquota permanece inalterada em 25% para os veículos a gasolina e em 18% para os carros flex;
  • Para utilitários, a alíquota do IPI continuará no atual patamar de 2% até o fim deste ano. Sem a prorrogação, ela subiria para 3% de abril a junho e depois para o patamar considerado “normal” de 8%, a partir de julho deste ano.

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